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Urnas eletrônicaVocê confia nas urnas eletrônica brasileira? 

Para ter confiabilidade nas Urnas eletrônica

brasileiras deverá ser impresso um comprovante

 de papel, após a votação ?

 

 

WWW.ITABLOGNCOISAS.COM 

Aqui você vai conhecer o outro lado da moeda!

URNAS ELETRÔNICA BRASILEIRAS
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Já foi escrito neste site, outros artigos bem longos e com grande detalhes referente a VOTO, A POLÍTICA e O GRITO DO SILÊNCIO (Políticos, Sociedade e Manifestações Populares), com uma linguagem simples, para que todos pudessem ter um bom entendimento. Talvez após lerem essa matéria muitos terão uma consciência melhor da importância do VOTO ou de votar em alguém.

Gostaria de compartilhar com você, mais uma matéria Urnas ELETRÔNICA ratificando esses assuntos escritos e provar que muitos políticos não são sérios e nem digno do seu “VOTO OBRIGATÓRIO” ( De acordo com a Constituição Brasileira). 

Porque o Brasil se preocupou tanto em informatizar o voto?

As Urnas eletrônicas é muito mais fácil de manipular a votação?

As cédulas de papel têm mais segurança do que as urnas eletrônica?

Você continuará votando nessas pessoas egoístas que só pensam nelas?

Ao longo deste bate papo, você mesma responderá essas perguntas e você mesma fará as suas próprias conclusões! VALE APENA VOTAR EM ALGUÉM??? AS URNAS ELETRÔNICA SÃO CONFIÁVEL?

Veja alguns tópicos: 

Uma breve história
DENÚNCIA:ESTE HOMEM TEM UM COMPROMISSO COM A SOCIEDADE
Teste no TSE prova que sigilo do voto é frágil
STF revoga lei do voto impresso e reabre chance à fraude
Urnas Eletrônicas, a Fraude anunciada
Brasil tornou-se referência em eleições eletrônicas
EUA multam empresa que fabrica urnas eletrônicas usadas no Brasil, por corrupção
COMPROVANTE DE PAGAMENTO

Uma breve história

Foi na década de 1980 que surgiu a ideia de conceber uma máquina de votar (urnas) de gravação eletrônica direta do voto – modelo chamado de DRE de Direct Recording Electronic – para ser utilizada nos pleitos eleitorais brasileiros. Uma ideia consolidada no ano de 1990 e implementada em 1991 com a construção da primeira urna eletrônica DRE brasileira, e com o primeiro pleito oficial utilizando voto eletrônico no Brasil. A partir de 1996, o TSE iniciou a implantação do voto eletrônico no país utilizando as urnas eletrônica, integrada a um sistema informatizado extremamente seguro. Desde então, o TSE vem aprimorando esta tecnologia, sendo que em 2008 implantou as urnas eletrônica com reconhecimento biométrico das digitais do eleitor – as urnas biométricas, adiante descritas.

Atualmente, o votação eletrônica é utilizada em todo o Brasil, através das urnas eletrônica  e vem sendo objeto de louvores e críticas por parte de muitos, tendo seu modelo DRE sido excluído das normas técnicas norte-americanas 20072 , proibido na Holanda 20083 , abandonado no Paraguai 20084 e declarado inconstitucional na Alemanha 20095 .

Grupos de engenheiros e pesquisadores ligados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foram os responsáveis pelo projeto da eleição informatizada em grande escala no País. Destacam-se aí o trabalho dos engenheiros Mauro Hashioka (INPE), Paulo Nakaya (INPE) e Oswaldo Catsumi (CTA), dentre outros profissionais, pela concepção da segurança do equipamento.

O Brasil foi um dos primeiros países a arriscar uma votação eletrônica,através das urnas eletrônica. Enquanto países tecnologicamente mais avançados como os EUA e Canadá ainda usavam papel, nós, aqui no chamado terceiro mundo, preferimos apertar botões para escolher políticos. Será que a prioridade é rapidez ou segurança e sigilo do VOTO?  O responsável pelo processo sempre foi o Tribunal Superior Eleitoral e ele começou a inserir o voto eletrônico nas eleições de 1996.

Naquele ano, apenas parte das eleições foi realizada eletronicamente, por falta de tempo em fabricar urnas eletrônica o suficiente e também por ser uma fase de testes. Foi apenas nas eleições do ano 2000 que o país foi 100% coberto com Urnas eletrônicas. Figurativamente falando, claro. Elas não caíram do céu.

DENÚNCIA: ESTE HOMEM TEM UM COMPROMISSO COM A SOCIEDADE

Deputado denuncia possíveis fraudes nas urnas eletrônica no processo de apuração das eleições no Brasil. Ele diz que para haver reforma política no Brasil é necessário que se jogue no lixo as urnas eletrônicas, essas urnas são motivo de gozação do Brasil ao redor do mundo.

De acordo com o parlamentar, não é verdade que a Urna eletrônica inventada no Brasil esteja consagrada no exterior. “O último lugar onde teve urna eletrônica foi na Índia, onde já estão presos os que abusaram das urnas. E o Paraguai também já devolveu as Urnas eletrônicas ao Brasil”.

No vídeo o deputado lembra que, no mundo todo, se diz que os brasileiros aceitam a corrupção. Ele mostra com dois anos de antecedência supostos lacres de Urnas eletrônicas já com a assinatura de juízes para as eleições de 2012. Segundo ele os programas previamente colocados nas urnas já definem quem vai ganhar e quem vai perder.

“Povo do Brasil, eu denuncio que o sistema eleitoral brasileiro é uma fraude! Não existem milhões de eleitores no Brasil. E sim milhões de palhaços que vão colocar o voto sabe-se lá aonde!”

NÃO SEJA UM PALHAÇO COMO FOI RELATADO PELO DEPUTADO, VOTE NULO!!!.

Assista ao vídeo: 


Realmente é cômico essa situação!!!!

Urnas  eletrônica

Você acredita nelas? Diga Não ao voto obrigatório!

Para não ficar só nas palavras do deputado, a imprensa divulga também a falta de confiabilidade nas urnas eletrônica.

E você confia ou não? Ou vai fazer vista grossa ?

Ou ser omisso e aceitar essa bagunça eleitoral ?

Vemos a falta de respeito para com  a sociedade brasileira??

É por isso que o VOTO é obrigatório, se não fosse ninguém ia as URNAS.

Veja os depoimentos dos brasileiros que foram obrigados a comparecerem nas URNAS!

Olha o que receberam !!

Teste no TSE prova que sigilo do voto é frágil

Urnas Eletrônicas: teste no TSE prova que sigilo do voto é frágil – 22/03/2012 – Por Osvaldo Maneschy. Uma equipe de especialistas em informática liderada por um professor da Universidade de Brasília (UnB) conseguiu quebrar ontem (21/3) o embaralhamento de votos que é feito dentro das urnas eletrônicas brasileiras – mostrando na prática que a máquina de votar em uso no país não garante o sigilo do voto, cláusula pétrea prevista no Artigo 14 da Constituição.  A equipe coordenada pelo professor Diego de Freitas Aranha conseguiu montar a sequência exata de votos dados por 485 eleitores simulados no decorrer da 2ª. edição dos Testes Públicos de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação Brasileiro promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em sua sede, em Brasília,  iniciados no último dia 20 e que terminam hoje (22/3).

O episódio foi testemunhado pela observadora do PDT junto ao TSE para acompanhar os testes, Dra. Maria Aparecida Cortiz, que também assistiu  a entrevista que o professor Diogo Aranha deu à TV Unb – anunciando o sucesso de sua equipe em quebrar a segurança da urna. Segundo Maria Cortiz, basta alguém, mesário ou um  fiscal de partido por exemplo, anotar os nomes dos eleitores pela ordem de votação nas secções, no dia da eleição,  para o sigilo do voto ser completamente  quebrado.
“Esta possibilidade  é grave porque o voto, além de universal, precisa ser secreto – isto é a base do sistema democrático”,(QUE DEMOCRACIA É ESSA, ONDE O VOTO É OBRIGATÓRIO??) argumentou a advogada, acrescentando ainda que o fato em si prova, de forma definitiva, que as críticas dos partidos políticos à fragilidade do sistema eleitoral brasileiro, como um todo, procedem.
Ela acrescentou:

Os investigadores só tiveram acesso a uma parte do sistema, exatamente a máquina onde são depositados os votos, e conseguiram descobrir a ordem de entrada dos votos na máquina, o que permite saber quem votou em quem. Só que as fragilidades vão além – estão também no cadastro eleitoral, onde a existência de eleitores fantasmas é fato comprovado; e também na totalização – já que esta é fechada à fiscalização, sem acesso de ninguém.”

 Disse ainda que exatamente pelo fato dos testes promovidos pelo TSE terem sido excessivamente restritos, é que partido algum se interessou em participar dos testes de segurança, já que as complexidades e fragilidades são muitas.

Os testes começaram na manhã de terça-feira (20) com 24 investigadores inscritos para executar “ataques” à urna eletrônica e seus componentes, podendo, para tanto, segundo o TSE, visualizar o código-fonte da urna, tudo sob a supervisão da Comissão Disciplinadora dos testes. A iniciativa do TSE, segundo nota divulgada à imprensa, “visou dar mais transparência ao processo eleitoral e comprovar a sua confiabilidade e segurança, possibilitando aos participantes a identificação eventuais falhas do sistema relacionadas à violação da integridade e ao sigilo do voto”. Porém, cada tentativa precisa antes ser informada e autorizada pela Comissão Disciplinadora. A primeira edição dos testes públicos do TSE foi realizada em 2009.

Todos os testes são acompanhados pelas comissões Avaliadora e Disciplinadora nomeadas pelo TSE, e também por observadores, especialmente das áreas de Tecnologia da Informação e Segurança da Informação. Todo o ambiente de testes é permanentemente monitorado por câmeras e o acesso à internet dos investigadores, nos três dias de teste, também é supervisionado pela Comissão Disciplinadora em ambiente separado.

Os resultados e as conclusões finais serão apresentados em audiência pública no próximo dia 29 de março, às 10h, também na sede do TSE. Os investigadores que efetivamente tiverem participado do evento receberão certificados de participação, que serão entregues pelo Presidente da Corte, Ministro Ricardo Lewandowski.


STF revoga lei do voto impresso e reabre chance à fraude 

21/10/2012 – É inacreditável.

O Supremo Tribunal Federal, instado pela Madame Sandra Cureau, revogou, liminarmente, a lei que terminou a impressão e a auditoria do voto eletrônico, aprovada pelo Congresso.

Assim, afirma-se que “revogar significa retirar a validade por meio de outra norma”. A norma revogada sai do sistema, interrompendo o curso da sua vigência.

Mas revogar não significa sempre eliminar toda a eficácia, pode ocorrer que uma norma tenha sido revogada, mas que os seus efeitos permaneçam (aliás, a eficácia não é revogada, mas anulada).

A alegação de que a “assinatura” eletrônica que autenticaria a correspondência do voto contabilizado eletronicamente e o voto impresso violaria o sigilo do voto.

Ora, é óbvio que a assinatura eletrônica apenas validaria a correspondência entre o registro eletrônico e o impresso correspondente, sem, obviamente, vinculá-la ao emissor do voto.

O voto impresso associado ao eletrônico é adotado na maioria dos países desenvolvidos, sem que haja qualquer tipo deste óbvio tipo de violação do sigilo.
Mas, para os nossos magistrados, garantia mesmo é a do sistema eletrônico, do qual eles não entendem bulhufas.

Alegam que, “no caso de eventual recontagem” o sigilo do voto ficaria exposto.

Evidente que não ficaria, porque não há registro de correspondência entre o eleitor e o voto, mas entre o registro eletrônico do voto e sua impressão.

Urnas Eletrônicas, a Fraude anunciada

08/06/2001 – Por Osvaldo Maneschy: Em matéria de processo eleitoral informatizado não há país no mundo que tenha ousado tanto quanto o Brasil. É por isso que os brasileiros, ao contrário dos norte-americanos, japoneses ou europeus, podem saber no mesmo dia o nome do presidente eleito apesar do eleitorado do país ser de 107 milhões de pessoas e estar espalhado pelos seus 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Todos se lembram dos dias de incerteza que os Estados Unidos atravessaram no final do ano passado para saber quem vencera – Bush ou Al Gore – enquanto a Flórida recontava votos. Isto jamais aconteceria aqui, garantem os defensores da urna eletrônica brasileira, devido a velocidade da proclamação dos resultados. Seria o caso de os Estados Unidos e o mundo finalmente se curvarem diante do Brasil?

A resposta clara é não. O que o Brasil ganhou em velocidade perdeu, e muito, em confiabilidade dos resultados – comparando-se o voto eletrônico com as antigas cédulas de papel contadas uma a uma. Hoje o voto dos brasileiros foi reduzido a um registro eletrônico na memória de um microcomputador sem que seja possível recontá-los ou realizar qualquer tipo de auditoria. O voto do brasileiro tornou-se virtual, não existe mais materialmente, e eleição inauditável é sinônimo de eleição inconfiável.

Só não vê isto quem não quer e o problema é que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que informatizou a eleição brasileira do jeito que ela é hoje – não admite críticas ao sistema que garante, de pés juntos, ser 100% seguro. No que depender do TSE, ano que vem o próximo presidente da República será eleito pelas urnas eletrônicas exatamente do jeito que elas são desde 1996, quando foram usadas pela primeira vez. A lei em vigor ajuda o TSE porque qualquer alteração no processo eleitoral precisa ser feita com um ano de antecedência – no caso das urnas eletrônicas, modificações só são permitidas até outubro deste ano. A situação se agrava pelo fato de o TSE não permitir que os partidos políticos tenham acesso aos softwares que rodam na urna eletrônica ou são usados na totalização, em parte preparados pela Agência Brasileira de Informações (ABIN) através de um órgão chamado Cepesc – especializado em criptografia – que ajuda o TSE desde os tempos do falecido SNI.

Embora o TSE gaste milhões para convencer a opinião pública brasileira de que as eleições são 100% seguras, especialistas em informática garantem exatamente o contrário. Argumentando que ao contrário do que recomenda a boa técnica, o TSE optou por um sistema fechado que tem na falta de transparência sua segurança, quando deveria ser adotado sistema aberto que facilitasse a fiscalização externa. Sistemas fechados, como o painel eletrônico do Senado Federal, são alvos fáceis de fraudes conduzidas por agentes internos – pessoas que dominam o sistema e o usam por algum motivo em proveito próprio. Exatamente como fez a diretora do Prodasen com a ajuda de um técnico, por ordem dos senadores Antônio Carlos Magalhães e José Roberto Arruda.

Tecnicamente não existem grandes diferenças entre o voto eletrônico dos 81 senadores e dos 107 milhões de eleitores brasileiros. Esses mesmos críticos argumentam que tradicionalmente os partidos políticos sempre fizeram o papel de auditores externos das eleições brasileiras, dando credibilidade aos resultados via fiscalização rigorosa prevista pelo antigo Código Eleitoral. Fiscalização que o TSE, contrariando a própria lei que fez, tornou na prática absolutamente inócua no caso das urnas eletrônicas, ao impedir os partidos de terem acesso aos softwares que rodam na urna. E por eles não terem a menor condição técnica de acompanharem o jorro de 107 milhões de votos em Brasília, via sistema de totalização. O TSE também não permite que os partidos confiram se o programa inseminado em cada uma das 354 mil urnas usadas no país é idêntico ao que o TSE despacha para cada TRE nas semanas que antecedem as eleições.


A falta de transparência, na opinião dos técnicos reunidos no Fórum do Voto Eletrônico – lista da internet que há quatro anos discute a segurança do voto eletrônico no Brasil – deixa escancarada a porta para fraudes promovidas por agentes internos (como aconteceu no Senado), ou gente do próprio TSE, já que não existe outra garantia a não ser a palavra das autoridades do tribunal de que o sistema é seguro. Na avaliação desses técnicos, essa falha grave compromete totalmente a lisura das eleições brasileiras porque hoje é impossível recontar votos, auditar urnas ou acompanhar a totalização de resultados, tal a velocidade em que ela se dá. Com a informatização, na prática, o TSE tirou a transparência da eleição e alijou os partidos políticos do processo.

O brasileiro, de uma maneira geral, confia nos computadores – acha que eles não erram. Mas a verdade é que as máquinas fazem o que se quer que elas façam, e só agora, por conta da violação do painel do Senado é que o cidadão comum começa a abrir os olhos para a possibilidade de fraude eletrônica. Começa a perceber que se é possível fraudar computadores no Senado, protegido dia e noite por seguranças, o que não é possível fazer com urnas eletrônicas transportadas para os mais longínquos e ermos lugares do país? Para incômodo do TSE, aumenta a cada dia o número de pessoas que duvidam da lisura do voto eletrônico que começou a ser implantado em 1985, quando foram aposentados os antigos títulos.

Documentos com fotos, dados pessoais, endereço e filiação do eleitor – substituídos pelos novos, emitidos por computador, sem fotos e sem assinaturas – que facilitam a fraude de um eleitor votar pelo outro.

Brasil tornou-se referência em eleições eletrônicas

Com dez anos de expertise na bagagem, o Brasil tornou-se referência em eleições eletrônicas e já emprestou as urnas eletrônicas desenvolvidas e fabricadas no País a diversas nações vizinhas.

O objetivo é demonstrar a tecnologia brasileira e possibilitar projetos-piloto com a tecnologia nos países”, justifica Athayde Fontoura Filho, diretor geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

A Justiça Eleitoral brasileira já participou de três eleições no Paraguai – uma municipal, uma presidencial e outra do Partido Liberal -, uma de governador na província de Buenos Aires, uma municipal no Equador, além de experiências no México, Costa Rica, Honduras, República Dominicana e no Panamá.

Nesta semana, uma delegação da Coreia do Sul veio a São Paulo para conhecer as eleições eletrônicas brasileiras. O grupo, formado por cinco deputados federais, quatro assessores e três diretores de uma empresa multinacional no ramo da eletrônica foi recebido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, para conhecer a tecnologia.

O objetivo não é comercial, mas de certa forma estamos promovendo a indústria brasileira”, observa Fontoura. A principal fornecedora das urnas eletrônicas brasileiras é a Diebold Procomp, que já conta com um projeto próprio de urna para exportação.

EUA multam empresa que fabrica urnas eletrônicas usadas no Brasil, por corrupção

A Diebold, empresa responsável pela fabricação das urnas eletrônicas usadas no Brasil, 450 mil no total, uma das principais fornecedoras de equipamentos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) graças a seguidos aditivos contratuais, vai ser obrigada a pagar multa de quase US$ 50 milhões nos Estados Unidos, por determinação do Departamento de Justiça, por subornar funcionários na Rússia, na Indonésia e na China. A Diebold faturou US$ 3 bilhões ano passado e atua em mais de 90 paises.

A empresa norte-americana Diebold, fabricante de urnas eletrônicas e de caixas automáticos para bancos, única fornecedora das 450 mil máquinas de votar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Brasil emprega nas eleições brasileiras, foi multada esta semana em quase 50 milhõesde dólares pelo governo dos Estados Unidos por subornar funcionários estrangeiros e falsificar documentos na China, na Rússia e na Indonésia.

O caso foi investigado por agentes do FBI com a ajuda da seção de fraudes do Departamento de Justiça. Segundo o site da Diebold, a empresa emprega hoje 16.000 pessoas em 90 países, inclusive o Brasil, e ano passado teve uma receita de US $ 3 bilhões.

Esta não é a primeira vez que a Diebold enfrenta problemas com a Justiça dos EUA. Em 2010, três ex-executivos da empresa foram acusados de fraude contábil
.

COMPROVANTE DE PAGAMENTO

Se é para ir nas urnas obrigado, conforme diz a nossa Constituição (isso porque é DEMOCRACIA), então que dê o recibo EM PAPEL (impresso como nos bancos), após a votação para o eleitorado. Isto é TRANSPARÊNCIA!! Isto é DEMOCRACIA! Sendo assim, haverá mais confiabilidade nas próximas eleições, com as urnas eletrônicas.

Caso contrário os votos não terão efeito nenhum, porque serão manipulados por alguém, conforme os vídeos vistos acima. Se eles não querem transparências não querem democracia, então, porque temos que ser democráticos para votar em alguém? Ainda nos resta uma esperança o voto NULO, provavelmente esse tipo de voto não foi programado no sistema para computar e definir o ganhador.  

Urnas eletrônica

Você acredita nelas? Diga não ao voto obrigatório!!

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Adm: Luiz


Fontes: 
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-eua-multam-diebold-fabricante-da-urna-eletr%C3%B4nica-brasileira-por-corrup%C3%A7%C3%A3o Folha PolíticaAddicting Info eCleveland

Fontes: http://www.oarquivo.com.br  http://idgnow.uol.com.br

Fontes:  Wikipédia, a enciclopédia livre

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6 Responses to “Urnas Eletrônica-brasileira : Urnas eletrônicas | Urna eletrônica.”

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